sábado, 10 de março de 2012

Apenas a observação clínica não nos permite formular uma teoria abrangente e satisfatória do Transtorno do Pânico, cuja manifestação preponderante é a ansiedade. O autor inicialmente revisa os conceitos de ansiedade e angústia, a evolução natural e epidemiologia. Fica evidente sua confusão inicialmente com os quadros clínicos sistêmicos de fadiga e posteriormente com os Transtornos Afetivos. A contribuição dos achados neuroanatômicos e dos modelos animais corroboram várias evidências das hipóteses citadas, sem no entanto permitir uma opção segura. A revisão sugere a necessidade de se chegar a modelos mais complexos que correlacionem todos os dados positivos obtidos até hoje. Como conclusão é apontada a importância , em termos clínicos, de se atentar para os dois aspectos aparentemente opostos - biológico e psicológico - que se mostram apenas formas diferentes de ver uma mesma situação.

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